Sinto-me autenticamente o Neil Armstrong ou o E. Aldrin, a pisar com entusiasmo este lugar de desafio. Recordo-me que os citados astronautas a bordo da Apolo tocaram o solo lunar mais precisamente no Sea of Tranquility, sortudos!
Impossibilitado de ir à lua pela minha própria fobia de ultrapassar limites fora do planeta, nada melhor que irromper pelo espaço virtual e qual cibernauta entregar-me a voos improváveis para além das margens da tranquilidade.
Ele há rasantes, tangentes e outros golpes acrobáticos na trajectória surpreendente de cada universo. Tentativas frustres de compreender de dividir, isolar, reter, fixar o mundo por momentos.
E que nos fica dessa experiência? Uma linha ténue e crente do seu alcance que prevalece à memória e se distingue do acessório – Inutilia Truncat – cortemos para criar!
Finalmente é Sexta-feira
Há 14 anos
1 comentário:
Parabéns aos Cirurgiões de Bisturi na mão, dispostos a abrir e espreitar por outros ângulos, por outras lentes!
Este post fez lembrar a teoria da geometria fractal ... afinal o tamanho dos Universos depende do olhar usado, já que as formas se repetem.
Um fractal é um objecto geométrico que pode ser dividido em partes, cada uma das quais semelhante ao objecto original. Diz-se que os fractais têm infinitos detalhes, geralmente auto-similares e independem de escala.
(in Wikipedia)
Uns chegam à Lua, outros chegam a outros satélites de outras realidades... Ou seja, talvez possamos sempre encontrar novo solo lunar para pisar se encararmos o pensamento como o nosso melhor space shuttle.
Boa ideia de blog
Beijinhos ao Artur e ao Ricardo
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