quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Fica um poema de um pedagogo - António Gedeão

HOMEM

Inútil definir este animal aflito.
Nem palavras,
nem cinzéis,
nem acordes,
nem pincéis
são gargantas deste grito.
Universo em expansão.
Pincelada de zarcão
desde o mais infinito a menos infinito.

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