quarta-feira, 8 de abril de 2009

Reprodução Humana Assexuada: quando o corpo imaginado é melhor que o desenvolvido naturalmente

Não sei se estou fascinado com as possibilidades ou assustado com aquilo que pode acontecer. O que vai ser da espécie humana no futuro?

Já somos capazes de transformar o corpo e desejamos mais...

Video 1


Video 2
http://content.digitalwell.washington.edu/msr/external_release_talks_12_05_2005/13543/lecture.htm

Video 3


Video 4


...podemos imaginar mundos...saindo do mundo!...

Video 5
http://www.ted.com/talks/view/id/410

...conseguimos ir mais além: mais bonitos, mais altos, mais rápidos, mais...

Video 6


...tudo pelas melhores razões.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Os Navegadores

Vivemos num país que muito enaltece os seus navegadores. Não sou diferente dos demais. Faço-o de tal forma que se tornou parte constituinte da minha personalidade – gosto de navegar e escolho os amigos pela sua capacidade de navegação.

As características humanas que impulsionaram os nossos nesse período da história de Portugal, são tão válidas hoje como foram nessa época. Num mundo tão vasto e dinâmico como o de agora o território humano por explorar é enorme, cada vez maior e mais fascinante, tal como os mares o eram nesse período.

O outro é fonte de novidade e o futuro está nas suas profundezas, em lugares de navegação tempestuosa. São essas idas e as recombinações permanentes que delas emergem que me fazem navegar rumo ao futuro.

Procuro incessantemente envolver-me de “Novos Navegadores” – todos aqueles que vêm no outro um espaço de descoberta, imenso, pleno de vidas, histórias e culturas. Escolhi explorar personalidades, como um dia se exploraram mares. E faço-o porque preciso delas, para me mover, para me deslocar daqui para além.

Navego à vista, porque o rumo não está em mim.

sábado, 4 de abril de 2009

Pensamento nº 5 - Egoísmo versus totalitarismo

"Mas também sei que não precisamos de escolher entre um capitalismo caótico e implacável e uma economia dirigida pelo Estado.
Essa é uma falsa alternativa que não servirá o nosso país nem qualquer outro país."

Barack Obama in Expresso 4 de Abril de 2009

quinta-feira, 2 de abril de 2009

egoísmo versus totalitarismo

Hoje aconteceu na minha casa o que tem acontecido em tantas outras: o Estado errou e exige que a correcção do erro seja feita pelo cidadão.

O enredo é já um clássico. Uma repartição da segurança social envia uma carta em 2007 com uma certa informação, a outra repartição nessa altura confirmou oralmente a veracidade das informações. No dia 2 de Abril de 2009 a repartição que confirmou oralmente retira o que disse e diz que o documento enviado em 2007 é ilegal. O documento enviado pela mesma entidade, a Segurança Social, mas por repartições diferentes. Na informação de 2009 contradiz-se a informação de 2007 e aparece uma conta astronómica com dez dias de prazo de pagamento. Quem paga o erro? O cidadão. Quem assume os juros de mora de uma dívida que até então não existia? O cidadão. É assim que são postas as coisas.

Infelizmente são estes e outros acontecimentos que me impedem de considerar o Estado como uma entidade que só quer o bem do cidadão. E é por isso que não consigo acreditar na exclusividade das políticas mais estatizantes. Por outro lado, sei que uma sociedade governada apenas pelo interesse particular é uma sociedade que se despedaça, que cria assimetrias intoleráveis, e que abandona uma parte dos seus concidadãos em nome da produtividade, da moral e/ou do bom gosto. Por tal não me revejo nas denominadas políticas neo-liberais, nem nos movimentos sociais, moralistas, tanto em voga (higiénicos, estéticos, tecnofílicos, vegetarianistas, dos direitos adquiridos, etc...), nem sequer em qualquer ideia religiosa ou análogos.

Acredito na conversação e na escolha, na conversação e na escolha, na conversação e na escolha. Na mistura e na arrumação. E assim repetidamente em nome da coesão, da liberdade, da aprendizagem e desenvolvimento.

Há já algum tempo que estas duas ideias estão presentes no meu pensamento. Já há muito que deixei de dividir o mundo entre esquerda e direita. Quanto a mim são divisões empobrecedoras e desadequadas aos desafios que se avizinham. O indivíduo pode ser egoísta e desligar-se do colectivo, o colectivo pode ser opressivo e esmagar a liberdade e criatividade individual.

Qual é a filosofia política que permite potenciar a bondade e reduzir os malefícios de ambas as posições? Eis a minha questão...a minha utopia...

quarta-feira, 1 de abril de 2009

YouTube EDU

O Youtube lançou um novo projecto denominado por YouTube EDU,

http://www.youtube.com/edu

Mais um projecto de acesso a conteúdos que reforça a importância do investimento pessoal na aquisição de competências. E é também mais um desafio para as universidades de todo o mundo.